12 de set de 2003

As pessoas são más.

Sabe, tentei ser eu mesma neste mundo de muitos... Sincera, verdadeira... Uma moça bobinha até, mas que transmitia felicidade aos que me rodeavam. Então... porque eu só recebo falsidade em troca? Nós oferecemos sinceridade para receber sinceridade... somos verdadeiros esperando por pessoas verdadeiras... mas este mundo não é assim. Exitem pessoas mesquinhas... pessoas extremamente egoístas e que fazem qualquer coisa para o seu próprio proveito... Pessoas estas que lhe tratam como uma raínha, mas que em suas costas apredrejam e cospem. E isto não possue idade, penso que seja de berço mesmo... uma família inteira perpetuando a falsidade...

Não estou dizendo que eu sou perfeita. Tenho defeitos mil, tantos que até tenho medo de mim mesma... Não quero me fazer de inocente. Apenas cansei de acreditar nas pessoas. E agora em definitivo. Depois do grande baque que me ocorreu no início deste ano me tornei fria... não má, mas passei a ser mais cética. E eu estava bem assim, ou melhor pensava estar... Eu agia com a razão, não a emoção... Passei a duvidar dos que me rodiavam, e a única em que eu realmente acreditava era a minha querida irmã Ana... que sempre me apoiou nas horas difíceis... ela sim acredito ser verdadeira comigo.

Nós temos uma ótima impressão sobre elas e depois recebe punhaladas. Eu não sei como eu ainda me surpreendo com isto. Minha mãe me alertou tanto sobre este mundo maldito... mas eu insitia em sonhar... agora chega. Devo dançar conforme a dança, não é? Quero voltar à minha couraça. A identidade contruída em minha época passional... pelo menos lá eu estava segura.

O pior é que eu escolhi justamente uma profissão que lida com as pessoas e suas falhas... estou vendo que não vai ser fácil.



E para piorar eu não consegui o FIES... droga.