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10 de ago. de 2012

ABC

... É como se eu estivesse me matando aos poucos.

Do começo, aonde as coisas acontecem.
Do permitir, e deixar acontecer.
Arrastando, rastejando, desistindo.

Somente dor, e silêncio.
E sono.

Alma poída
Corpo dilacerado.
Coração... Esperança

Talvez.

Ilusão, minha morada.

9 de ago. de 2012

Milk-com


Aos 10 anos de blog.

Dos mesmos dez, agora em mim mesma.
I'm not the same...

Embebida em melancolia, veneno e esperança.
Sorriso amargo
E dor.

A culpada, revolta... E sóbria.
O concreto é pesado demais...
E a razão sufoca.

Dos três badalares
Minha sentença.
Lágrimas secas... E eternas.

Da juventude que escapa
Ao infortúnio varonil
Não houveram erros, apenas lamento.
Parcimônia
Erro nobre, porém fatal.

8 de ago. de 2012

Dez.

Aos nossos 10 anos.

[tempo]
... e foi assim, através de linhas serifadas que houve a magia.
Ela se encantou por ele... E ele por ela.
Saudade, euforia e o adeus, assim por muitos anos.

Até que o gelo quis se tornar fogo
E assim se fez.

Dez. o que não mais faz diferença, mas conta.
Rugas, rusgas, sorrisos, lágrimas e tempo.
Não há o que descreva o que houve neste interim...

O 'eu' dentro dele sabe do 'eu' dentro dela.
... E o imensurável? Isto é o que os outros contam.
Basta o que está aqui.

O que eles sabem, o que sentem e o que vão levar para vida toda.
[/muito tempo]


27 de jul. de 2012

Paralelos

... E seguimos.
Nestes traços tortos, passos mortos...
Passo desajeitado, errado.

Vida intrometida esta, que dilacera e deixa marcas...
Certeza de que este não era o plano inicial.
Não queríamos assim.

Já não há mais batimentos
Nem espaço para suturas.
Resta o soror ao meu sorriso.

De quando nos perdemos, você levou o meu melhor
E nem disse o porque.
Então
Lágrimas secas, lábios em sangue, peço:
A minha liberdade?


2 de jul. de 2012

A limine.



And they'll, like a dream. They'll be together, find eternal happiness.

He'll cross the ocean, uncertain, hate and pride. Leave all behind for her. For her love.

She'll wait with her book on garden, and beyond the horizon she'll dream with that day when she'll looking in his eyes saying that's all gonna be fine, 'cause they have each other and this is enough.

And I finally woke up.

I?

5 de jun. de 2012

Di.

Carta ao trovador espacial.

Quero lhe falar sobre os nossos destinos. Sobre almas que sofrem do desalinho... Que escrevem para o vazio infinito, para o tempo e espaço... E que estão ligadas de alguma forma. Quero falar sobre eu e você.

Parte I

Melancolia, meu principal alimento.
Inconstância
Amar incessante...
Um coração que chora, e escreve
E luta.
Minhas linhas em sinais,

Silêncio.


Parte II

Incompreensão, seu maior desalento.
O caval(h)eiro
Absoluta é a sua morada.
Alma frívola,
Dos dias altos, iluminados por aquela do belo sorriso,
E dos baixos, do gelo... Da mesma, a do sorriso melindroso.

Doce são seus escritos
Nobre, o seu coração.

Inquietude.


Meu caro, espero ter lhe trago boas novas e alento ao seu coração cansado.
Você é meu orgulho!
E por favor, continue a (me) escrever das coisas, da lua, do espaço...

23 de mai. de 2012

Meu sapão ♥

Meu éli...
Aos nossos 3 anos de casamento.
E assim eu os declaro...
O doce e a amarga!
Positivo e negativa.
Câncer e Escorpião.

Ah, meu pequeno alvoroço!
Infindo apaixonado
Parcimonioso, meu zelo...
Meu paládio.
... E estes olhos que teimam sorrir para mim.

Aura 
Você é o meu silêncio.
E a paz em meu coração.

Amomô, quanto quanto, sempre sempre.



20 de mai. de 2012

A Ya²

Planando... Como um saco de papel vazio.
Um pedaço pardo de nada, em suas piruetas senis.... Levada pela tormenta.

I'm not the same... No, not anymore.

Amassada, calejada... E insistindo em existir.

Há sim um anseio, uma força latente, uma vontade... Um querer neste vácuo. 
Mas também há tempo. Há paciência. E espera.

Planando... Como um saco de papel vazio. Na espera do que ainda não é... E do que ainda será.


14 de abr. de 2012

Amicitia tibe iunge pares

Aos meus amores asgardianos

Na amizade, o irmão é escolhido pela alma.
Há a fraternidade voluntária
O cuidar recípocro, o amar desprendido.

Anjo de luz
Fidelis ao coração
Curador de lágrimas
Semeador de sorrisos...

Pois que
Onde há fraqueza
Ou onde apenas a brisa doce lhe afaga
Ele está, e estará, trazendo a paz certa.

Anuncia-te e lhe dará a certeza de que se pode contar.

Amicitia tibe iunge pares.
Simples assim
Eterna, Etérea... Infinita.


13 de fev. de 2012

Afiar

O fio partiu-se. A seu tempo, pois já encontrava-se gasto, relaxado... Sem vida. O destino tratou de encerrar esta existência, e assim aconteceu.

Posso dizer que para isto houveram muitas lágrimas, alguma dor e pesar, mas que de alguma forma era necessário.

Já não há lamúrias nesta casa, ou sequer perda. A briza quente de verão me sorri aos remendos, e traz esperança.

Talvez.


11 de jan. de 2012

For 12 and now

Thin and icy breeze all around... I'm not the same. Years of sadness soaking my pale skin... My blurred eyes are drowned by tears... And I'm still waiting.

I'm shaking, I'm begging and I'm asking...
This eco, this... Empty.

Quiet.

... That mad stormy sea don't look so bad. But is so far...

2 de dez. de 2011

Adaptações

Dedilho trapos
Remendo afeto
Sorvo o medo.

Condenada.

Ingênua anciã
Enebriada criança...
Incipiente.

O seu mundo eu parei.
Então me diz
Como vou parar o meu?

1 de dez. de 2011

Destination.

I'm an addicted bohemian.
A lost cause, a sinner...

I'm a flawed beast, and your condemnation.
A former beloved... A trap.

I'm a dirty thought, a spirit free

Anger, lust and dust.
A false hope, a destiny.

I'm your false poet.


25 de nov. de 2011

Findo.

Com as asas em queimadura viva
Findo meu juramento solene.
Já não existe néctar, apenas soror.
Meu adeus é de escárnio, de pouca fé.
Inócua anima, escambre é o teu fim.

... Tempestades, ao longe. (In) finito.


18 de nov. de 2011

Curse

[...] Quero te ver linda!
Rodopiante, vestindo lamúrias
... Em seu sorriso de perdição.

[...] Anjo demoníaco

Tens minha fúria, meu calor...  
- Quero te oferecer o meu fim.

[final do fragmento]


10 de set. de 2011

Do pó vieste e ao pó retornarás!

A primeira badalada se foi... Senti um calafrio, algo segurou meus ombros e os puxou para trás. Meus olhos desejaram marejar, mas não. Respiro profundamente - não resta mais nada a fazer - sigo em frente.

Segunda badalada ressoa lancinante em meu peito. Minha mente se perde nas lembranças que só eu tive, na presença que só eu senti - no calor que só eu permiti. Respiro como se fosse a única coisa a se fazer e sigo em frente.

Na terceira badalada a única dúvida que pairava sobre minha alma gélida seguira seu curso com a maré... Assim como todas as coisas com começo, meio e fim. Uma dose de realidade, um pouso forçado - mas certeiro.

Torpor, morte, findo.

25 de jul. de 2011

Eu voltei!

A week at hospital. An year in my bubble.

Candy for all, I wanna celebrate with my best chaotic smile!

Ops, not that smile, but works!

23 de jul. de 2011

E penso.

Eu penso - e só me resta isto. Viro, reviro, e penso. Tento perceber outras perspectivas, seccionar o que acomoda, reformular, e penso. Penso em uma outra dimensão, a minha outra realidade. Longe do verdadeiro, próximo de uma fuga. E penso.

Reviro pensamentos - encenar, personagens, cenário, blá. Perspectiva. Outro eu, longe de mim, mas que me faz pensar. Melhor? Apenas pensamento. Pior? Fuga e pensamento.

E penso. Das possibilidades ou da minha imaginação já poeril, confortável e perigoso. Gosto, penso, outro eu, longe de mim, talvez verdadeiro.

Não sei onde meus pensamentos se encaixam, ou se é verdadeiro e melhor. Só penso, irreal, longe de mim, confortável, lúcido? Penso.

My thoughts - my insanity.

~ Hospital yet.

12 de jul. de 2011

♥ ~

My odd heart. So insane, but still beating... Feeds me, and I'm addicted.

I'll try to not understand that.

... Well, not for now.